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Aos Fatos: Deputado é denunciado pelo MP-BA e Câmara Municipal de Salvador pode ser realocada
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Jânio de Freitas questiona versão da polícia sobre execução de Adriano da Nóbrega: "Nada convence"
A análise foi feita durante o programa Três Pontos da Rádio Metropole desta sexta-feira (28)
Foto: Reprodução/Metro1
O jornalista Jânio de Freitas, durante o programa Três Pontos da Rádio Metropole nesta sexta-feira (28), questionou o episódio que levou à morte do miliciano Adriano de Nóbrega, em operação policial.
Adriano foi executado em um sítio na Bahia, e era ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Há suspeita que a morte tenha sido uma queima de arquivo. "Policiais cercam a casa, falam em confronto, e que houve um tiroteio das duas partes. Ao fim dessa casa, havia um muro que separava uma pequena cozinha e o Adriano poderia, esconder-se ali atrás e responder aos tiros. Adriano era muito bem preparado para a atividade que exercia", avaliou o jornalista.
"A explicação para a morte dele é que ele estava no meio da sala. Imagina se um sujeito como o Adriano iria ficar no meio da sala, cercado de sujeitos atirando. É tudo absolutamente falso nessa história. Além disso, nada do que foi trazido convence minimamente de tiroteio. Ele foi executado", afirmou.
Jânio questionou ainda como Adriano foi parar no interior da Bahia, e se houve investigação sobre quem era o dono do sítio em que ele estava quando morreu. "Isso que era decisivo, não teve a menor importância".
Confira o programa na íntegra:
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