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Polícia Civil terá quatro pontos para atendimento a grupos vulnerabilizados no Carnaval

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Polícia Civil terá quatro pontos para atendimento a grupos vulnerabilizados no Carnaval

Heloisa Brito concedeu entrevista à Rádio Metropole nesta terça-feira (25)

Polícia Civil terá quatro pontos para atendimento a grupos vulnerabilizados no Carnaval

Foto: Carla Astolfo/Metropress

Por: Metro1 no dia 25 de fevereiro de 2025 às 09:26

Atualizado: no dia 25 de fevereiro de 2025 às 09:53

A delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, Heloísa Brito, detalhou o esquema de segurança preparado para o Carnaval. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta terça-feira (25), ela explicou que serão 33 postos policiais estarão distribuídos pelos dois principais circuitos da festa, sendo nove na Orla e sete no Centro.

Além do atendimento convencional, quatro desses postos serão dedicados a grupos vulnerabilizados. “Mulheres vítimas de violência, qualquer vítima de racismo ou intolerância religiosa deverá procurar esses postos, porque são espaços com servidores capacitados e estrutura semelhante à que temos na delegacia”, explicou.

Serão 300 agentes por dia, a maioria deles descaracterizados, para atuar na identificação e repressão de crimes em meio à multidão. “Quando uma patrulha da Polícia Militar se aproxima, todo mundo percebe. Com nossos policiais descaracterizados, conseguimos chegar ao local do crime sem que os suspeitos percebam e fazer prisões em flagrante”, afirmou. Além disso, policiais estarão posicionados em camarotes e pontos estratégicos para ampliar a vigilância durante a festa.

Entre as novidades deste ano, Heloísa Brito anunciou a criação de um posto exclusivo do Departamento de Proteção a Mulheres e Grupos Vulnerabilizados, localizado na região da Milton Santos. “Muitas vezes, uma mulher vítima de violência vai a um posto de saúde, mas não registra a ocorrência porque está fragilizada. Agora, estaremos em articulação direta com esses serviços para garantir acolhimento e atendimento mais rápido”, disse. Também foi implementado um serviço específico de investigação para crimes sexuais, para uma resposta mais eficiente nesses casos.

Confira a entrevista na íntegra: