
Brasil
Sem proposta de aumento para 2024, governo oferece reajustes de 13% a 31% para professores até 2026
Aconteceu uma reunião, na tarde desta quarta, do comando de greve do Andes para discutir o texto

Foto: José Cruz/Agência Brasil
O governo apresentou uma nova proposta de reajuste para os professores de universidades e colégios federais. Conforme divulgado por O Globo, o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), Gustavo Seferian, afirmou que os representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) afirmaram durante a reunião que essa é a última oferta.
A proposta atual prevê diferentes níveis de reajuste para a categoria. Para os que ganham mais receberiam um aumento de 13,3% até 2026. Já os que ganham menos, de 31%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, nenhuma parte desse reajuste viria em 2024, o que desagrada os professores.
Aconteceu uma reunião, na tarde desta quarta, do comando de greve do Andes para discutir o texto. Depois disso, novas rodadas de assembleias vão ocorrer e a resposta será dada até o dia 27 desse mês. Na próxima terça-feira, o governo terá um encontro para tratar da greve dos técnicos-administrativos da rede.
Segundo a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra), profissionais de mais de 50 universidades e colégios federais aderiram à paralisação. A reivindicação dos técnicos administrativos é de 37% de reajuste em três anos. O impacto dessa medida é de R$ 8 bilhões. Já o dos professores é de 22%, ainda sem impacto divulgado. Nos dois casos, com aumentos já em 2024.
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