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Felipe Neto revela que anúncio de candidatura como presidente era ação para promover audiobooks

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Felipe Neto revela que anúncio de candidatura como presidente era ação para promover audiobooks

Segundo Neto, a inspiração foi o livro “1984” de George Orwell para criar o personagem de um candidato autoritário

Felipe Neto revela que anúncio de candidatura como presidente era ação para promover audiobooks

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Por: Metro1 no dia 04 de abril de 2025 às 14:11

O influenciador Felipe Neto admitiu nesta sexta-feira (4) que seu anúncio de pré-candidatura à Presidência da República se tratou de uma estratégia de marketing para promover uma plataforma de audiobooks. “É óbvio que eu não vou me candidatar a coisa alguma”, disse o youtuber, revelando que as falas autoritárias do vídeo anterior eram propositais.

Segundo Neto, a inspiração foi o livro “1984” de George Orwell para criar o personagem de um candidato autoritário. “Se você gostou daquele vídeo, talvez precise ler um pouco mais”, provocou, defendendo a literatura como antídoto contra o autoritarismo”, explicou. A suposta rede social para monitorar usuários também era fake.

No vídeo polêmico publicado nesta quinta-feira (3), Felipe Neto havia declarado: “Anuncio minha pré-candidatura à Presidência da República”, justificando a decisão com seu “domínio da informação" e prometendo criar uma rede social para coletar dados dos brasileiros. "Por que não usar a dependência das redes a favor do povo?”, questionara no material que se revelou fake.

Na explicação sobre a campanha falsa, o empresário foi enfático: “Tudo que eu falei naquele vídeo é oposto do que eu acredito”. Ele reforçou seu compromisso com a leitura, afirmando que “os livros têm o poder de transformar esse país para melhor”.

A estratégia gerou reações mistas nas redes sociais. Enquanto alguns seguidores elogiaram a criatividade da campanha dos audiobooks, outros criticaram o método por considerar que brincar com política poderia banalizar discussões sérias. Felipe Neto manteve o tom provocativo: “Eu esperava que ninguém acreditasse”.