Bahia
Mais de 1,2 milhão de famílias baianas ainda não utilizam desconto na conta de luz, alerta Coelba

José Raimundo Aras, foi morto em outubro de 1996 em Petrolina (PE)
Foto: Reprodução
Após 28 anos foragido, Carlos Robério Vieira Pereira, de 60 anos, foi preso em Manaus (AM) no dia 2 de abril, acusado de ser o executor do homicídio do auditor fiscal José Raimundo Aras, ocorrido em outubro de 1996 em Petrolina (PE). O crime foi motivado pela atuação de Aras no combate à 'Máfia do Açúcar', um esquema de sonegação de impostos entre Pernambuco e Bahia. Carlos Robério foi condenado a 18 anos de prisão, mas estava foragido desde a época do crime.
O mandado de prisão foi cumprido após informações das forças de segurança da Bahia, que indicaram que o foragido estava vivendo em Manaus. Outras pessoas envolvidas no assassinato já haviam sido presas em Pernambuco. O crime foi encomendado por um grupo de empresários que não aceitaram a postura do auditor fiscal contra o esquema de propinas, e Carlos Robério recebeu R$ 11 mil para executar o homicídio.
José Raimundo Aras, pai do procurador federal Vladmir Aras, foi morto com disparos de arma de fogo. A delegada Déborah Barreiros afirmou que o executor foi contratado devido à resistência de Aras em se curvar à corrupção, e que os mandantes do homicídio já foram condenados.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.