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Estudo elogia gestão financeira do Bahia, mas comete gafe: \'Segue na Série B\'
O banco de investimentos Itaú BBA apresentou, nesta terça (20), um estudo que avalia a gestão financeira de 27 clubes de futebol do país. O documento, intitulado “Análise Econômico-Financeira dos Clubes de Futebol Brasileiros 2017”, apontou crescimento de 20%, em 2016, das receitas totais dos clubes analisados, sobretudo pelo aumento de 38% nas cotas de direitos de transmissão de TV. As contas de Bahia e Vitória foram detalhadas, e o banco chegou à conclusão de que o tricolor se organizou bem financeiramente. Apesar disso, o documento comete uma gafe e coloca o Esquadrão entre os clubes que disputam a Série B do Campeonato Brasileiro.

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
O banco de investimentos Itaú BBA apresentou, nesta terça (20), um estudo que avalia a gestão financeira de 27 clubes de futebol do país. O documento, intitulado “Análise Econômico-Financeira dos Clubes de Futebol Brasileiros 2017”, apontou crescimento de 20%, em 2016, das receitas totais dos clubes analisados, sobretudo pelo aumento de 38% nas cotas de direitos de transmissão de TV. As contas de Bahia e Vitória foram detalhadas, e o banco chegou à conclusão de que o tricolor se organizou bem financeiramente. Apesar disso, o documento cometeu uma gafe e colocou o Esquadrão entre os clubes que disputam a Série B do Campeonato Brasileiro.
>> Confira também a análise do Vitória
O estudo informou que o Bahia recebeu 17% a mais entre 2015 e 2016, mas demonstrou que o clube ainda depende fortemente dos direitos de TV, que correspondem a 58% dos valores totais que 'entraram'. Foram destacados também o crescimento da participação de publicidade — de 2% para 7% — e a venda de direitos econômicos de atletas, que subiu 50%, chegando a 15% das receita total do tricolor.
O Itaú BBA afirma que o Bahia 'se comportou muito bem' em 2015, conseguiu gerar caixa, reduziu despesas com folha de pagamento, a dívida total do clube e se enquadrou nas métricas do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut).
Ao destacar o principal desafio do Bahia em 2017, porém, o banco comete um erro: diz que o clube precisará manter a política de austeridade sem ter sucesso esportivo, 'uma vez que segue no 2º ano jogando a Série B'. O segundo ano consecutivo do tricolor na Segundona foi 2016, quando conquistou o acesso para a Série A.
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