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Caso Victor Ramos: presidente do Bahia defende exclusão do Vitória do Baianão
O presidente do Bahia, Marcelo Sant'Ana, defendeu a exclusão do Vitória do Campeonato Baiano após uma polêmica envolvendo a atuação do zagueiro Victor Ramos em partida realizada neste sábado (26). Segundo o dirigente tricolor, o atleta estava com a situação irregular e não podia jogar por ter sido inscrito de forma tardia. O caso ganhou repercussão nas redes sociais neste final de semana. [Leia mais...]

Foto: Francisco Galvão/ECV/Divulgação
O presidente do Bahia, Marcelo Sant'Ana, defendeu a exclusão do Vitória do Campeonato Baiano após uma polêmica envolvendo a atuação do zagueiro Victor Ramos em partida realizada neste sábado (26). Segundo o dirigente tricolor, o atleta estava com a situação irregular e não podia jogar por ter sido inscrito de forma tardia. O caso ganhou repercussão nas redes sociais neste final de semana.
Segundo o parágrafo terceiro, do artigo 20 do regulamento do Campeonato Baiano, "transferências internacionais, independentemente do protocolo dos documentos de registro e inscrição, o atleta só terá condição legal de jogo após a devida concessão da transferência pela CBF e se o seu nome estiver incluído no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF até às 19h (dezenove horas – horário de Brasília) do dia 16 de março de 2016". No entanto, a divulgação do nome do zagueiro só aconteceu no dia 18 de março, apesar da "data início" do contrato de empréstimo com o Monterrey constar como 16 de março.
"Para mim, é uma situação muito clara e muito cristalina. É tanto que até os outros clubes do interior até entraram em contrato comigo para saber se eu tinha uma leitura semelhante, enquanto representante do Esporte Clube Bahia. Eu tenho essa leitura também. Eu acredito que, por mais dolorosa que seja a regra, e que uma eventual eliminação do Esporte Clube Vitória possa prejudicar tecnicamente o campeonato baiano, acredito que a gente tem que defender a lei", disse Marcelo Sant'Ana, em entrevista coletiva neste domingo (27).
Sobre o caso, o Vitória afirmou que as negociações aconteceram dentro da legalidade prevista no regulamento da Federação Baiana de Futebol. Segundo o presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) atestou as condições de jogo do zagueiro." A Federação só registra o atleta. A condição de jogo é a CBF que dá. No caso dele, que é uma situação que parece que foi feita através do Palmeiras, só a diretoria de registro da CBF, que é quem coloca e tira do BID [pode dizer se foi transferência nacional ou internacional]. Qualquer situação interna entre CBF e Fifa tem que ser com a diretoria da CBF. Quando o atleta tem alguma situação internacional, a Federação não fala. Pode ser que, entre eles, não tenha sido transferência internacional. Pode ter vindo direto do Palmeiras", disse ele, em entrevista ao Globoesporte.com.
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