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Após liberação de viaduto, retornos são fechados na Av. Paralela nesta segunda

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Após liberação de viaduto, retornos são fechados na Av. Paralela nesta segunda

Com a liberação do tráfego no viaduto da Av. Orlando Gomes, inaugurado neste domingo (5), serão bloqueados permanentemente três retornos da Avenida Luís Viana Filho, a Paralela, situados nas proximidades do equipamento. [Leia mais...]

Após liberação de viaduto, retornos são fechados na Av. Paralela nesta segunda

Foto: Divulgação / GOVBA

Por: Camila Tíssia no dia 05 de junho de 2016 às 14:26

Com a liberação do tráfego no viaduto da Av. Orlando Gomes, inaugurado neste domingo (5), serão bloqueados permanentemente três retornos da Avenida Luís Viana Filho, a Paralela, situados nas proximidades do equipamento. De acordo com informações da Transalvador a mudança será a partir do meio dia desta segunda-feira (06).

Para quem vai serguir em direção ao Centro de Salvador, os retornos localizados pouco antes do Rei da Pamonha e nas proximidades do Parque Tecnológico serão fechados para quem pretende voltar no sentido aeroporto. No sentido oposto, o retorno fechado fica próximo ao Bairro da Paz.

Durante as obras da Linha 2 do metrô, outros retornos da Av. Paralela serão substituídos por mais três viadutos pela Concessionária CCR Metrô Bahia, a pedido da Transalvador. O primeiro viaduto ligará a Alameda das Praias, em Stella Maris, à Av. Paralela, sentido centro, passando sobre a Av. Caribé. Outro viaduto ligará a área da loja Ferreira Costa ao sentido oposto da via, pelas marginais. Já o terceiro viaduto irá ligar as imediações do Shopping Paralela à região do Colégio Villa, também pelas marginais.

Segundo Fabrizzio Muller, superintendente do órgão de trânsito, a construção dos viadutos, além de melhorar a fluidez no tráfego, “eliminará o fluxo de retorno pelas faixas esquerdas, de velocidade, em ambos os sentidos da via, promovendo mais segurança”. “Após estudos, estabelecemos os viadutos e descartamos o projeto inicial do Consórcio, de retornos subterrâneos que não resolveriam a questão da segurança”, afirmou.