Política por Laura Lorenzo no dia 13 de Set de 2017 • 18:19

Com prisão de Geddel, Bruno Reis diz que novo presidente terá que democratizar o PMDB

Com prisão de Geddel, Bruno Reis diz que novo presidente terá que democratizar o PMDB

Foto: Tácio Moreira /Metropress

Em entrevista à Rádio Metrópole na tarde desta quarta-feira (13), o vice-prefeito Bruno Reis (PMDB) minimizou o afastamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) da legenda e afirmou que, agora que Lúcio Vieira Lima também se encontra mais distante do partido, o novo presidente do PMDB na Bahia, Pedro Tavares, terá o dever de democratizar as decisões da sigla.

"Geddel já havia anunciado sua saída da vida pública e, agora, foi afastado. O partido vinha sendo conduzido pelo deputado Pedro Tavares. É um nome que a gente trabalha para que possa conduzir, senão por definitivo, pelo menos essa transição para o término do mandato atual, até que esse novo conjunto de forças mostre que o PMDB tem história, que essa história não pode ser rasgada, que o PMDB vai ter um papel importante na eleição de 2018. Pedro está muito ciente de democratizar as decisões, compartilhar as decisões, chamar o grupo para junto com ele conduzir o partido", disse Reis.

O vice-prefeito aproveitou a oportunidade para anunciar o convite ao tucano Antônio Imbassahy e ao democrata José Ronaldo para se juntarem ao PMDB, caso queiram. "Se Imbassahy, se José Ronaldo, tiverem o desejo de vir, que venham. Como tantos outros deputados estaduais, federais, prefeitos, que possam contribuir para o crescimento do partido", afirmou



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