Política por Luiza Leão no dia 11 de Ago de 2017 • 16:14

Maia diz que "tributar a sociedade não é um caminho" e que possível aumento do déficit fiscal o deixa "desconfortável"

Maia diz que

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), afirmou que o possível aumento do déficit fiscal o deixa "desconfortável". Além disso, durante um evento na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (11), Maia voltou a defender a reforma da Previdência, porque, segundo ele, se ela não for aprovada causará uma "péssima sinalização" ao mercado. O presidente da Câmara ainda criticou o fundo eleitoral de R$ 3,6 bilhões, se for aprovado permanentemente.

"Por um lado, não se quer aumentar imposto. Por outro, há uma dificuldade na aprovação da Reforma da Previdência. Em algum momento, o Congresso vai ter que tomar a decisão. Por um caminho ou por outro. É o que eu digo: aumentar a meta com aprovação da Reforma da Previdência é irrelevante a meta. Aprovar a meta sem a Reforma da Previdência é uma sinalização péssima para os investidores no Brasil", declarou Rodrigo Maia.

"Tributar a sociedade não é um caminho. Nós temos despesas obrigatórias que crescem todos os anos. A reforma da Previdência vai nessa linha: nos garantir o equilíbrio fiscal brasileira, da queda da inflação e da queda dos juros. Sem a reforma da Previdência, vai acontecer na União que aconteceu no Rio e o que aconteceu em Portugal", acrescentou ele.



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